
Hoje vou escrever uma resenha a respeito da crônica: Dos palavrões no taeatro de Clarice Lispector.
Nela Clarice Lispector defende o uso dos palavrões em dramatizações, não porque ela goste ou use, mas porque o palavrão faz parte da vida cotidiana de muitas pessoas. E defende (argumentando) ainda que as peças de teatro possuem censura quanto a idade e que a pessoa quando compra um ingresso já deve estar ciente do que assistirá, então assim não deverá ficar constrangida.
Agora, nesta próximas linhas expressarei minha opinião:
Gosto muito de uma professora que tive no 1º e 2º semestre da faculdade, a Dora, e gostava mais ainda de suas aulas, que eram sempre cheias de conhecimento e domínio do assunto tratado.
Então falarei do que penso, de acordo com o que aprendi nestas aulas.
O texto dramático é uma das ramificações da arte, assim como qualquer outro tipo de texto literário.
Então neste contexto, podemos perceber que sua finalidade deve ser o alimento da alma, trazer prazer para a vida humana.
E a arte por si só, necessariamente, transforma a vida cotidiana em algo agradável para o espírito.
Creio que ao fazer uso de palavrões nos teatros, não seja o melhor caminho, para chegar-se a esse objetivo, pois isso seria reproduzir fatos mesquinhos, fúteis e desagradáveis.
Neste ponto discordo de Clarice.
Eu já acho que palavrões podem sim ser ditos em livros, palcos, etc.
ResponderExcluirDe todo modo é uma forma realista de tratar com os diálogos, sem maquiar as falas dos personagens por eufemismos, além de poder dar toda uma aura de pessimismo pra peça, deixando-a mais característica =)
de todo modo, parabéns pelo texto!
Vim de lá da comunidade dela,
ResponderExcluire vou ficar. :)
Beijos!